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terça-feira, 6 de outubro de 2009

6/outubro - team ontario

Estou escrevendo essa mensagem enquanto aguardo os testes com as cortinas e persianas da equipe canadense de Ontario. Como já afirmei em um post anterior, são meus favoritos embora ache que eles não ganham devido à produção de energia deles ser bem menor do que as duas equipes européias.
O deck deles ocupa praticamente todo o lote. Ele possui uma enorme bancada, com uma grande pia. Em frente, eles vão colocar uma mesa externa para 20 pessoas. O espaço do deck é impressionante! A casa possui um módulo de serviço na parte posterior, que foi a única peca inteira que eles trouxeram. O resto foi quase todo construído aqui. Fiz uma visita acompanhado por Bradley Paddock. Ele é um construtor, que já trabalhou com marcenaria e faz tudo na casa. Os acabamentos da casa são perfeitos. Ela possui um grande espaço aberto, com pequenos cilindros brancos que criam uma superfície ondulada no teto e escondem as lâmpadas e outros equipamentos no teto. a cama é armazenada no teto e a parede que a bancada da cozinha define a separação do grande espaço aberto para a parte do serviço. Esse grande espaço possui um pé-direito alto e uma enorme superfície envidraçada em três dos seus lados. Os vidros possuem fator de isolamento R-30 e são protegidos por venezianas externas e cortinas pelo lado de dentro. A capacidade instalada é de 8kw na cobertura e 4kw nas fachadas. Não existe nada oficial, mas comenta-se que os alemães possuem capacidade instalada de 18kw! É uma casa perfeita para acordar após uma noite de neve... mas também seria ótima em uma montanha ou praia no Brasil.

5/outubro - supercasas

Até agora, quatro casas me impressionaram por serem baseadas basicamente por trabalho de alunos, praticamente sem presença de professores. São as equipes de Cornell, Penn State, Missouri e California. Outras três, por outro lado, impressionaram pela estrutura, acabamento, tecnologia e me parece também orçamento. São casas quase impecáveis. São as casa de Darmstadt, Virginia e Ontario. Das três, a que mais gosto é a casa canadense. O desenho é impressionantemente bem cuidado. Todo o processo de construção no Mall foi de uma produção incrível. Para mim, essas são as favoritas, junto com a casa espanhola. Só não coloco a casa espanhola no grupo das três porque ela possui uma bagunça e improvisacao latinas que não dá pra coloca-la entre as casas “impecáveis”. Pela capacidade de PVs instalada, e o sistema de seguir o sol, acho que Madri tem grandes chances de ganhar. O sistema de automação do Team North, de Ontario, parece muito inovador, mas foi pouco testado. A casa toda parece ter sido pouco testada, e me parece que é a que tem menos chance de ganhar das 4, mas é a minha "favorita". Será uma ótima competição, porque os alemães possuem adversários fortes.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

1/outubro madrugada - delivered houses

As primeiras horas da madrugada foram marcadas pelas casas entregues praticamente prontas em uma única grande peça e enormes caminhões, que não podem entrar na cidade durante o dia. Aparentemente, a tendência é reduzir o trabalho de contrução e entregar a casa pronta no mall. Ouvi reclamações de que perdeu a graça das estragégias de construção. Na verdade, ainda existem várias estratégias interessantes de montagem das casas e esses primeiros dias são os mais interessantes (e cansativos) para se acompanhar. A equipe de Ontario (foto) foi uma das primeiras a iniciar o trabalho realmente de construção. Eles possuem um deck que cobre quase todo o terreno e a casa requer muita construção. A infra-estrutura montada para o trabalho foi impressionante. Foi a única equipe com uma iluminação realmente eficiente. Parecia um estádio. Ou dia... Algumas equipes penavam para ver o que estavam fazendo com iluminação nos capacetes ou holofotes fracos. O barulho era grande, porque holofotes exigem grandes geradores. A equipe de Ontario foi também a primeira a usar guindastes. As demais esperaram o nascer do sol para iniciar os trabalhos com os guindastes. Veículos de todos os tamanhos entravam no terreno, usando placas para proteger o gramado, mas os caminhões nem sempre acertavam o caminho das placas. Não é fácil manobrar várias vezes com casas com quase 5 metros de largura. A equipe espanhola foi outra equipe que começou a montagem das suas três partes logo após a meia-noite. Assim como ela (Virginia Tech também), outras usaram o sistema de construir a casa no chassi do transporte, sendo retirados os eixos após a união das peças. A madrugada foi fria, mas felizmente a chuva que caiu algumas vezes à tarde parou.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

a caminho de washington

Ainda não saí do hotel, mas as equipes já devem estar se preparando para receber os caminhões. Pelos seus blogs, eles já saíram, no início da semana, na direção de Washington. A equipe canadense, no seu blog (http://www.team-north.com/blog/?p=358) mostra a preocupação com a organização de cada peça que está sendo embalada para que esteja pronta para sair na ordem em que será montada.