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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

9/outubro - primeiras visitas

Hoje foi o primeiro dia em quebas casas estiveram oficialmente abertas ao publico. O horario não deve ser muito diferente de Madri: 11-15 nos dias de semana e 10-17 nos finais de semana. Visitei 4 casas hoje. Boston, California, Madri e Alberta. A casa de Boston foi a mais livre. Não existe um roteiro. Os alunos respondem a perguntas em locais estratégicos, mas não direcionam o grupo. Madri, por outro lado, foi a que tinha o roteiro mIs rígido, e o que menos gostei. Eles posicionaram grandes painéis que bloqueiam a visão da casa para quem está na fila na rampa. Depois, um dos alunos recebe o grupo na entrada da casa e faz uma introdução geral à casa, do lado de fora. o grupo, entre 15 e 20 pessoas, entra na casa e outro aluno faz uma apresentação do interior. Finalmente, outro aluno responde às perguntas na saída da casa. Como um grupo atrapalha o outro, as portas precisam ficar fechadas. Fica um forno dentro da casa. Definitivamente, precisamos de uma boa ventilação cruzada duramente o tour. O interior da casa espanhola é muito bom, mas a área do deck é muito confusa. A casa espanhola possui uma forma simples e forte. Já no deck, acontecem milhões de coisas que não contribuem em nada para reforçar o desenho da casa. Pelo contrário.... Já começa pelos painéis da entrada que bloqueiam a visão da casa. Os espanhóis devem ter um dos dois melhores terrenos. com uma ótima vista de longe. Enfretanto, os painéis bloqueiam quase que completamente a visão da casa. Eles possuem um lago com pouca água e deixaram a lona preta quase toda aparecendo cocaram ainda uma grande escultura, no mínimo de gosto duvidoso. Puseram um monte de flores coloridas sem um desenho claro e uma maquete quebrada da casa. A parte de trás dos painéis da rampa também possui outros painéis que ninguém lê. Só percebi eles, porque fugi do roteiro pra fazer fotografias. É uma pena, porque o desenho da casa é bom, mas parece ter sido feito por outro grupo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

6/outubro - preparativos finais

Amanhã é o último dia para a montagem. As equipes que preferiram trabalhar desconectadas da rede, devem se conectar até o meio-dia. Madri (foto), Puerto Rico (foto) e Penn State são algumas das equipes que não estão conectadas. Enquanto a equipe nao se conecta, ela pode usar geradores para as ferramentas, mas não pode usar a energia dos transformadores para alimentar a casa. Por isso, ela não pode testar vários dos seus sistemas. Por outro lado, uma vez conectada, a equipe não pode mais usar geradores e ela precisa funcionar com a sua própria energia. Se usar mais do que produz, ela inicia a competição no negativo. Por isso, as equipes que não estão conectadas são as mais atrasadas e que precisam usar mais máquinas. Essas não vão conseguir testar seus sistemas propriamente.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

6/outubro - usinas européias

As casas da Alemanha (foto) e da Espanha precisam de conversores (foto) para o sistema europeu de 220/50. Por enquanto, apenas a equipe alemã se conectou à rede. Eles estão produzindo tanto que a organização teve que encomentar mais conversores para poder conectar à rede a equipe de Madri. Se a produção de energia for um fator decisivo, o primeiro lugar está entre as duas equipes européias. Nesse caso, minha aposta vai pra Darmstadt. É impressionante a diferença das duas equipes para as demais. Algumas casas produzem menos de um terço do que a capacidade instalada de Darmstadt. Os organizadores estão torcendo por um dia nublado amanhã, até que os novos conversores estejam instalados. Felizmente a previsão não é de sol...
Algo me diz que as equipes com muita produção vão começar a ser penalizadas. Principalmente porque haverá uma pressão norte-americana.

5/outubro - supercasas

Até agora, quatro casas me impressionaram por serem baseadas basicamente por trabalho de alunos, praticamente sem presença de professores. São as equipes de Cornell, Penn State, Missouri e California. Outras três, por outro lado, impressionaram pela estrutura, acabamento, tecnologia e me parece também orçamento. São casas quase impecáveis. São as casa de Darmstadt, Virginia e Ontario. Das três, a que mais gosto é a casa canadense. O desenho é impressionantemente bem cuidado. Todo o processo de construção no Mall foi de uma produção incrível. Para mim, essas são as favoritas, junto com a casa espanhola. Só não coloco a casa espanhola no grupo das três porque ela possui uma bagunça e improvisacao latinas que não dá pra coloca-la entre as casas “impecáveis”. Pela capacidade de PVs instalada, e o sistema de seguir o sol, acho que Madri tem grandes chances de ganhar. O sistema de automação do Team North, de Ontario, parece muito inovador, mas foi pouco testado. A casa toda parece ter sido pouco testada, e me parece que é a que tem menos chance de ganhar das 4, mas é a minha "favorita". Será uma ótima competição, porque os alemães possuem adversários fortes.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

1/outubro madrugada - delivered houses

As primeiras horas da madrugada foram marcadas pelas casas entregues praticamente prontas em uma única grande peça e enormes caminhões, que não podem entrar na cidade durante o dia. Aparentemente, a tendência é reduzir o trabalho de contrução e entregar a casa pronta no mall. Ouvi reclamações de que perdeu a graça das estragégias de construção. Na verdade, ainda existem várias estratégias interessantes de montagem das casas e esses primeiros dias são os mais interessantes (e cansativos) para se acompanhar. A equipe de Ontario (foto) foi uma das primeiras a iniciar o trabalho realmente de construção. Eles possuem um deck que cobre quase todo o terreno e a casa requer muita construção. A infra-estrutura montada para o trabalho foi impressionante. Foi a única equipe com uma iluminação realmente eficiente. Parecia um estádio. Ou dia... Algumas equipes penavam para ver o que estavam fazendo com iluminação nos capacetes ou holofotes fracos. O barulho era grande, porque holofotes exigem grandes geradores. A equipe de Ontario foi também a primeira a usar guindastes. As demais esperaram o nascer do sol para iniciar os trabalhos com os guindastes. Veículos de todos os tamanhos entravam no terreno, usando placas para proteger o gramado, mas os caminhões nem sempre acertavam o caminho das placas. Não é fácil manobrar várias vezes com casas com quase 5 metros de largura. A equipe espanhola foi outra equipe que começou a montagem das suas três partes logo após a meia-noite. Assim como ela (Virginia Tech também), outras usaram o sistema de construir a casa no chassi do transporte, sendo retirados os eixos após a união das peças. A madrugada foi fria, mas felizmente a chuva que caiu algumas vezes à tarde parou.